Cansei de vírgulas e reticências.
Quero um ponto final, derradeiro.
Quero saber onde terminamos.
Preciso descobrir se, ao menos, começamos.
Toda boa história tem seu fim.
As ruins, como a nossa, também.
Não quero mais suas vírgulas, seus parênteses,
ou seus desejos efêmeros de um amor ainda mais passageiro.
Quero esclarecer todas as minhas entrelinhas.
Quero mais mistérios nas palavras que virão.
Quero saber onde termina pra que eu possa começar outra história.
Cansei de vírgulas e reticências.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Hoje eu carrego um elefante nas costas.
Uma história, um sonho e uma mentira.
Eu ando devagar,
eu suspiro dolorosamente.
Eu sinto dor, amor, horror a cada passo.
Eu tenho o semblante carregado.
Sou a única criatura em preto e branco
nesse mar de infinitas cores em neon.
Hoje eu sou medo, alívio, decepção.
Sou a ferida de quem saltou ao desconhecido,
de quem pulou do penhasco.
Hoje eu sou ternura, tristeza, resignação.
Muito prazer,
eu sou a Desilusão.
Uma história, um sonho e uma mentira.
Eu ando devagar,
eu suspiro dolorosamente.
Eu sinto dor, amor, horror a cada passo.
Eu tenho o semblante carregado.
Sou a única criatura em preto e branco
nesse mar de infinitas cores em neon.
Hoje eu sou medo, alívio, decepção.
Sou a ferida de quem saltou ao desconhecido,
de quem pulou do penhasco.
Hoje eu sou ternura, tristeza, resignação.
Muito prazer,
eu sou a Desilusão.
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